Você, faxinalense, faz o descarte correto do lixo eletrônico?
O lixo eletrônico contém vários aditivos tóxicos ou substâncias perigosas, como mercúrio, clorofluorocarbonos (CFCs), entre outras. Os níveis crescentes de lixo eletrônico e descarte não ambientalmente correto desses resíduos representam riscos significativos para o meio ambiente e para a saúde humana.
A falta de cuidado com o lixo eletrônico contribui para o aquecimento global. Em primeiro lugar, se os materiais no lixo eletrônico não são reciclados, eles não podem substituir as matérias-primas da extração e refinamento para novos produtos, o que gera novas emissões.
Há formas de lidar com os objetos que não são mais usados sem que eles se transformem em lixo. Em primeiro lugar, o consumidor sempre deve pensar se realmente precisa fazer uma nova compra. Caso a compra realmente seja necessária, uma alternativa é pesquisar quais empresas oferecem soluções para recolher os objetos usados quando o consumidor precisa descartá-los. Ou seja, a partir do momento em que o objeto eletrônico não tiver mais utilidade, o consumidor pode levar o aparelho antigo até uma loja do fabricante, já que muitos mantêm programas de logística reversa (receber de volta o produto).
Outra solução é quando um equipamento eletrônico é substituído e o anterior ainda tem vida útil, ele pode ser doado para instituições que farão bom uso dele por mais tempo. Caso essa não seja uma opção, há sempre a possibilidade de vender o equipamento para outra pessoa que esteja precisando.
Segundo dados da ONU, mais de 44,7 milhões de toneladas de lixo eletrônico são geradas a cada ano, no mundo inteiro. E 97% desses resíduos são descartados em lixo comum, de acordo com estudos divulgados pelo Portal da Educação Ambiental.
O descarte de resíduos eletrônicos pode ser feito na Secretaria Municipal da Agricultura e Meio Ambiente, no Prédio do Antigo Seminário.
Mais informações pelo telefone: (55) 3263-3139.




