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Muitas mulheres que passam por situação de violência compartilham sentimentos de medo, ansiedade, isolamento e dificuldade para retomar a rotina. Essa dor atinge diretamente a saúde mental e pode abrir espaço para depressão e outros transtornos emocionais, além de pensamentos de desesperança.
Em muitos casos, o agressor retira dessas mulheres o direito de estar com amigas, família e redes de apoio. E, mesmo após a violência cessar, permanece o vazio, e a solidão que fragiliza.
Neste Setembro Amarelo, lembramos: cuidar da saúde mental também é parte da prevenção e do enfrentamento à violência.
Mulheres que passam por situações de violência precisam de atenção integral: proteção, acolhimento psicológico, apoio social e reconstrução dos vínculos afetivos e comunitários.
Ninguém deve enfrentar esse caminho sozinha. O apoio da sociedade, das redes de atendimento e das políticas públicas é fundamental para transformar dor em esperança.
Se você ou alguém que conhece estiver passando por sofrimento, ligue 188 para o CVV – Centro de Valorização da Vida. O atendimento é gratuito, sigiloso e funciona 24h por dia, em todo o Brasil.
CREAS Faxinal do Soturno.




